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<p><b>Kiss: Sonic Boom</b><br/>A espera de mais de uma década dos fãs do Kiss acabou. Finalmente chega às lojas o álbum "Sonic Boom", o disco prometido pelos próprios integrantes como um retorno à sonoridade clássica de álbuns do final dos anos 70. Bom, pelo menos foi isso que prometeram por aí. Se o promessa foi cumprida ou não, cada um decide.<br/><BR/><br/><BR/>"Sonic Boom" traz 11 faixas inéditas e mais um CD bônus com 15 clássicos regravados com a atual formação da banda. Se não bastasse traz também um DVD com seis músicas ao vivo gravadas durante a passagem da banda pela Argentina.<br/><BR/><br/><BR/>O disco começa muito bem com "Modern Day Delilah", com aquela cara de música de festa que o Kiss sempre soube fazer. Uma das melhores do disco. Triste é a tentativa de Paul Stanley alcançar notas altas em determinado momento quase no final da música.<br/><BR/><br/><BR/>É interessante como é fácil perceber quem vai cantar a música antes mesmo de ouvi-la pela primeira vez. Aos primeiros acordes de "Russian Roulette" já dá para imaginar Gene Simmons e seus típicos trejeitos mostrando a língua e virando a cabeça para os lados. Mais grave e cadenciada essa é mais uma que traz impregnada as características da banda.<br/><BR/><br/><BR/>"Never Enough" tem um 'riff' logo de entrada que já traz à mente coisas como "I Just Wanna" e "Take It Off", ou seja, a fase Hard farofa total. O que faz pensar que a tão propagada 'volta às raízes dos anos 70' só é percebida em alguns momentos aqui e ali.<br/><BR/><br/><BR/>O baterista Eric Singer ataca de vocalista em "All For The Glory", música animada e com um solo bem bacana de Tommy Thayer. Aliás, Tommy também solta a voz em "When Lightniong Strikes" e não faz feio.<br/><BR/><br/><BR/>"Sonic Boom" traz uma sonoridade mais crua e direta do que os trabalhos dos anos 80, e é aí que a gente percebe o que a banda quis dizer quando falou sobre retomar uma sonoridade perdida. É um Rock n' Roll vigoroso, mas, sinceramente, fica a dúvida se é mesmo um álbum tão poderoso ou se, afinal, todo o alvoroço é porque trata-se de uma das mais queridas e importantes bandas do mundo. Você decide. <br/><br/><i>(Fonte: <a href="http://territorio.terra.com.br/rockonline/resenhas/?c=3053" target="_blank">Rock Online</a>)</i></p>
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30/10/2009 - 17h45
 
Kiss: Sonic Boom
Eduardo Guimarães
Redação TDM
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A espera de mais de uma década dos fãs do Kiss acabou. Finalmente chega às lojas o álbum “Sonic Boom”, o disco prometido pelos próprios integrantes como um retorno à sonoridade clássica de álbuns do final dos anos 70. Bom, pelo menos foi isso que prometeram por aí. Se o promessa foi cumprida ou não, cada um decide.

“Sonic Boom” traz 11 faixas inéditas e mais um CD bônus com 15 clássicos regravados com a atual formação da banda. Se não bastasse traz também um DVD com seis músicas ao vivo gravadas durante a passagem da banda pela Argentina.

O disco começa muito bem com “Modern Day Delilah”, com aquela cara de música de festa que o Kiss sempre soube fazer. Uma das melhores do disco. Triste é a tentativa de Paul Stanley alcançar notas altas em determinado momento quase no final da música.

É interessante como é fácil perceber quem vai cantar a música antes mesmo de ouvi-la pela primeira vez. Aos primeiros acordes de “Russian Roulette” já dá para imaginar Gene Simmons e seus típicos trejeitos mostrando a língua e virando a cabeça para os lados. Mais grave e cadenciada essa é mais uma que traz impregnada as características da banda.

“Never Enough” tem um ‘riff’ logo de entrada que já traz à mente coisas como “I Just Wanna” e “Take It Off”, ou seja, a fase Hard farofa total. O que faz pensar que a tão propagada ‘volta às raízes dos anos 70’ só é percebida em alguns momentos aqui e ali.

O baterista Eric Singer ataca de vocalista em “All For The Glory”, música animada e com um solo bem bacana de Tommy Thayer. Aliás, Tommy também solta a voz em “When Lightniong Strikes” e não faz feio.

“Sonic Boom” traz uma sonoridade mais crua e direta do que os trabalhos dos anos 80, e é aí que a gente percebe o que a banda quis dizer quando falou sobre retomar uma sonoridade perdida. É um Rock n’ Roll vigoroso, mas, sinceramente, fica a dúvida se é mesmo um álbum tão poderoso ou se, afinal, todo o alvoroço é porque trata-se de uma das mais queridas e importantes bandas do mundo. Você decide.
01. Modern Day Delilah
02. Russian Roulette
03. Never Enough
04. Yes I Know (Nobody’s Perfect)
05. Stand
06. Hot And Cold
07. All For The Glory
08. Danger Us
09. I’m An Animal
10. When Lightning Strikes
11. Say Yeah

CD 2 – regravação de clássicos:
01. Deuce
02. Detroit Rock City
03. Shout It Out Loud
04. Hotter Than Hell
05. Calling Dr. Love
06. Love Gun
07. I Was Made For Lovin’ You
08. Heaven’s On Fire
09. Lick It Up
10. I Love It Loud
11. Forever
12. Christine Sixteen
13. Do You Love Me?
14. Black Diamond
15. Rock And Roll All Nite

DVD live in Argentina:
01. Deuce
02. Hotter Than Hell
03. C’mon And Love Me
04. Watchin’ You
05. 100,000 Years
06. Rock & Roll All Nite
Avaliação:
Selo: Universal Records
Ano de lançamento: 2009
Artistas relacionados: Kiss
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Comentários (8)
luiz gustavo tressoldi
(17/11/2009 às 14h38)
meu primeiro disco foi um compacto do dressed to kill, com quatro musicas conheço a banda desde de 78, sonic boon não é nem de longe parecido com os seis primeiros do kiss, eu ja fui presidente de fã club do kiss mas isso não me deixa cego, é bom disco gostei muito mas nada a ver com os anos setenta, quanto a voz do paul está ótima.
Emerson Langie
(11/11/2009 às 13h14)
S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L !!!
Kiss finalmente lança um álbum do nível dos seus clássicos 70s!!
Say Yeah é a nova Rocknroll All Nite!!
10/10!!
Cheers!!
Anita
(5/11/2009 às 10h15)
Esse disco novo não é nem f*dendo um clássico. É um bom álbum e só!!
Anderson
(4/11/2009 às 14h27)
Concordo com o Edu Guimarães plenamente! Ele não está falando da banda em si,mas de um disco que não está a altura dos clássicos do KISS,ok?.Está na hora de alguns fãs pararem com essa onda de que o editor da resenha não conhece a historia da banda e blá,blá blá,que eu sou do tempo disso e daquilo,sou do tempo do vinil, que eu curto rock à 200 anos,que eu tenho curso superior e pós-graduação.Essa foi uma das maiores piadas do ultimos tempos!.Aprenda a aceitar a opinião dos outros ,já que você tem um nível tão elevado.Porque no lugar do comentário,não faz uma resenha do álbum com suas palavras?Escreva sobre os riffs de guitarra ,as letras das músicas em vez de ficar falando do curso superior e da pós(risos).Isso é só uma resenha na visão de um cara que ache que o cd é dessa forma.O doutor Pós/Curso superior está com cara de mais um daqueles que teve um papel relevante na criação do Rock and Roll.(risos)
JackTheReapper
(4/11/2009 às 14h24)
"Primeiramente fico feliz que você seja um dos poucos brasileiros que conseguiram chegar a pós-graduação."
Essa foi uma das coisas mais infelizes que eu já li aqui nesse site.
MAIS INFELIZES.
Que comentário incrívelmente ridículo.

Quanto ao álbum do grandioso KISS: Incrível.
marcelo galo doido
(3/11/2009 às 10h30)
concordo com vc maurilho siqueira.resenha totalmente feita por uma pessoa sem conhecimento do rock and roll...
Edu Guimarães
(3/11/2009 às 09h20)
Olá Maurílio, tudo bem?
Primeiramente fico feliz que você seja um dos poucos brasileiros que conseguiram chegar a pós-graduação. Sobre gostar de Rock e conhecer o Kiss, eu tenho quase a mesma idade que você, portanto nem eu nem você curtimos realmente o Kiss quando lançou álbuns como os que você citou. Mas também aprendi a gostar dessa banda e de outras que começaram muito antes de eu nascer. Também comecei a curtir Rock aos 10 anos, ou seja, são mais de 20 anos nessa vida.

Sobre a resenha, é apenas minha opinião. Não tiro o mérito ou a importância do Kiss, isso é impossível e qualquer um que conheça o mínimo de Rock sabe da importância deles. Simplesmente não acho que esse disco está á altura de uma maraviha como o Dressed to Kill, por exemplo. De todo modo, obrigado por ter comentado.
MAURILIO SIQUEIRA
(2/11/2009 às 21h53)
A nota "3 estrelas" na resenha do álbum Sonic Boom é extremamente infeliz. O disco é sensacional e nos deixa a impressão de estar ouvindo Love Gun ou Rock and Roll Over. Uma sugestão ao Rock Online é que, quando se tratar de KISS ou outros monstros dosanos 70, permita que alguém que entenda do bom e velho Rock and Roll escrever o comentário da resenha. Tenho certeza que o colunista desta resenha não viveu esta época. Geralmente não costumo comentar resenhas, mas esta nota dada ao álbum foi um desrespeito. Tenho 36 anos, curso superior, pós-graduação e não sou imprudente a comentar o que não sei. Procuro pelo menos estudar um assunto antes de externar opiniões. Ouço Rock desde 10 anos de idade quando ganhei o álbum Destroyer de um primo. Gostar ou não do álbum é direito de qualquer um agora, comentar sobre a colocação vocal do Paul Stanley, é uma piada. Este colunista deve ser fã de bandas com vocal "Tete Spíndola" que andam por aí. Vai comentar álbum do Massacration colega...
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