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<p><b>The Dodos: Time to Die</b><br/>O indie rock bem feito, com influências do folk e da música pop logo chamam a atenção do ouvinte no mais novo disco do Dodos. Mas como "Time to Die" chegou envolto em expectativas, talvez tenha decepcionado alguns.<br/><BR/><br/><BR/>As expectativas foram criadas tanto pelo ótimo álbum "Visiter", de 2007, aclamado pelos alternativos, como pelas performances ao vivo que incluem instrumentos de brinquedo e um tamborim tocado com o pé. O talento da dupla Meric Long (voz, guitarra) e Logan Kroeber (bateria, percussão) foi posto à prova. Mas a dupla - que agora conta com Keaton Snyder, que passou a fazer parte da formação este ano, tocando vibrafone - parece buscar um novo caminho.<br/><BR/><br/><BR/>Sem muita firula, o repertório de "Time to Die" engata uma canção na outra formando um conjunto de belas composições que somam pouco mais de 45 minutos. As 9 canções têm de 4 a 6 minutos mas não apresentam solos de guitarra ou experimentações esquisitas. A ênfase fica na melodia e na narrativa - cuja temática não segue nenhum tema específico - que cada canção traz ao ouvinte.<br/><BR/><br/><BR/>Talvez isso seja influência do produtor Phil Ek, mas não se pode culpá-lo pelo fato do álbum soar mais 'manso' que o anterior. É certo que "Time to Die" é um reflexo do que se passa no coração da dupla. Ou algo assim. O problema é que, às vezes, as canções podem parecer um tanto arrastadas - como é o caso de "The Strums" ou da faixa-título.<br/><BR/><br/><BR/>No geral, a banda acerta e canções como "Two Medicines", "Small Deaths" e "Longform" tem tudo para agradar. E, ao vivo, elas devem ficar mais interessantes e coloridas. <br/><br/><i>(Fonte: <a href="http://territorio.terra.com.br/rockonline/resenhas/?c=3047" target="_blank">Rock Online</a>)</i></p>

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Lizandra Pronin
Redação TDM
O indie rock bem feito, com influências do folk e da música pop logo chamam a atenção do ouvinte no mais novo disco do Dodos. Mas como "Time to Die" chegou envolto em expectativas, talvez tenha decepcionado alguns.
As expectativas foram criadas tanto pelo ótimo álbum "Visiter", de 2007, aclamado pelos alternativos, como pelas performances ao vivo que incluem instrumentos de brinquedo e um tamborim tocado com o pé. O talento da dupla Meric Long (voz, guitarra) e Logan Kroeber (bateria, percussão) foi posto à prova. Mas a dupla - que agora conta com Keaton Snyder, que passou a fazer parte da formação este ano, tocando vibrafone - parece buscar um novo caminho.
Sem muita firula, o repertório de "Time to Die" engata uma canção na outra formando um conjunto de belas composições que somam pouco mais de 45 minutos. As 9 canções têm de 4 a 6 minutos mas não apresentam solos de guitarra ou experimentações esquisitas. A ênfase fica na melodia e na narrativa - cuja temática não segue nenhum tema específico - que cada canção traz ao ouvinte.
Talvez isso seja influência do produtor Phil Ek, mas não se pode culpá-lo pelo fato do álbum soar mais 'manso' que o anterior. É certo que "Time to Die" é um reflexo do que se passa no coração da dupla. Ou algo assim. O problema é que, às vezes, as canções podem parecer um tanto arrastadas - como é o caso de "The Strums" ou da faixa-título.
No geral, a banda acerta e canções como "Two Medicines", "Small Deaths" e "Longform" tem tudo para agradar. E, ao vivo, elas devem ficar mais interessantes e coloridas.
01. Small Deaths
02. Longform
03. Fables
04. The Strums
05. This Is a Business
06. Two Medicines
07. Troll Nacht
08. Acorn Factory
09. Time to Die