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<p><b>Megadeth: Endgame</b><br/>Muitos artistas ou bandas estão constantemente na mídia devido aos escândalos ou à língua solta. Dave Mustaine pode ser encontrado no segundo grupo, já que desde o início de sua carreira o músico gera polêmica com seus comentários. A diferença entre Mustaine e outros artistas que possam se encontrar nesses grupos de linguarudos é bem nítida: a alta qualidade do material que o dono do Megadeth produz.<br/><BR/><br/><BR/>Ao se falar sobre o Megadeth sempre vai ter alguém para dizer que 'não é mais como antigamente', 'Rust in Peace foi o auge', 'a melhor formação foi com Menza / Ellefson / Friedman'. Tudo isso é verdade, mas tem que ter muita má vontade para não encontrar ótimas músicas em quase todos os álbuns da banda após aquele período Tirando o "Risk", que é triste mesmo.<br/><BR/><br/><BR/>Com "Endgame" Mustaine mostra que continua capaz de compor um ótimo álbum de Metal. Este é o 12º trabalho na discografia da banda e traz 11 faixas. Este disco tem mais elementos do Thrash Metal praticado no início da carreira do grupo do que seu antecessor, "United Abominations".<br/><BR/><br/><BR/>O álbum começa com uma faixa instrumental, "Dialectic Chaos", que traz Mustaine e Chris Broderick se alternando nos solos. "This Day We Fight!" vem a seguir. Uma música direta e rápida, mas sem nada que chame atenção ou cative o ouvinte.<br/><BR/><br/><BR/>"44 Minutes" tem maior relação com os músicas dos últimos dois discos do grupo com destaque para os solos. "1,320'" é uma surpresa agradável que lembra o Megadeth do longínquo "Peace Sells", quanto a faixa-título parece saída do "Countdown to Extinction".<br/><BR/><br/><BR/>"The Hardest Part of Letting Go… Sealed With A Kiss" pode assustar um pouco os mais radicais. A música começa lenta e deve entrar para a galeria junto de "In My Darkest Hour" e "A Tout le Monde". Mas quando a porradaria começa a banda mostra uma bela junção de 'riffs' bacanas, uma linha vocal que fica marcada e a orquestração de fundo que faz essa ser uma das músicas mais legais do disco.<br/><BR/><br/><BR/>Quebrando o clima vem "Head Crusher". Se você tinha saudades de ouvir a banda apresentando algo como "Tornado of Souls", seus problemas acabaram. Mais cadenciada é "How the Story Ends", outra para figurar entre as melhores do álbum.<br/><BR/><br/><BR/>Se você se afastou da banda do Megadeth nos últimos anos, este é o álbum perfeito para você fazer as pazes com Sr. Mustaine. Ótimo álbum. <br/><br/><i>(Fonte: <a href="http://territorio.terra.com.br/rockonline/resenhas/?c=3042" target="_blank">Rock Online</a>)</i></p>

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Megadeth: Endgame
Reunindo elementos do passado em álbum moderno
Eduardo Guimarães
Redação TDM
Muitos artistas ou bandas estão constantemente na mídia devido aos escândalos ou à língua solta. Dave Mustaine pode ser encontrado no segundo grupo, já que desde o início de sua carreira o músico gera polêmica com seus comentários. A diferença entre Mustaine e outros artistas que possam se encontrar nesses grupos de linguarudos é bem nítida: a alta qualidade do material que o dono do Megadeth produz.
Ao se falar sobre o Megadeth sempre vai ter alguém para dizer que ‘não é mais como antigamente’, ‘Rust in Peace foi o auge’, ‘a melhor formação foi com Menza / Ellefson / Friedman’. Tudo isso é verdade, mas tem que ter muita má vontade para não encontrar ótimas músicas em quase todos os álbuns da banda após aquele período Tirando o “Risk”, que é triste mesmo.
Com “Endgame” Mustaine mostra que continua capaz de compor um ótimo álbum de Metal. Este é o 12º trabalho na discografia da banda e traz 11 faixas. Este disco tem mais elementos do Thrash Metal praticado no início da carreira do grupo do que seu antecessor, “United Abominations”.
O álbum começa com uma faixa instrumental, “Dialectic Chaos”, que traz Mustaine e Chris Broderick se alternando nos solos. “This Day We Fight!” vem a seguir. Uma música direta e rápida, mas sem nada que chame atenção ou cative o ouvinte.
“44 Minutes” tem maior relação com os músicas dos últimos dois discos do grupo com destaque para os solos. “1,320’” é uma surpresa agradável que lembra o Megadeth do longínquo “Peace Sells”, quanto a faixa-título parece saída do “Countdown to Extinction”.
“The Hardest Part of Letting Go… Sealed With A Kiss” pode assustar um pouco os mais radicais. A música começa lenta e deve entrar para a galeria junto de “In My Darkest Hour” e “A Tout le Monde”. Mas quando a porradaria começa a banda mostra uma bela junção de ‘riffs’ bacanas, uma linha vocal que fica marcada e a orquestração de fundo que faz essa ser uma das músicas mais legais do disco.
Quebrando o clima vem “Head Crusher”. Se você tinha saudades de ouvir a banda apresentando algo como “Tornado of Souls”, seus problemas acabaram. Mais cadenciada é “How the Story Ends”, outra para figurar entre as melhores do álbum.
Se você se afastou da banda do Megadeth nos últimos anos, este é o álbum perfeito para você fazer as pazes com Sr. Mustaine. Ótimo álbum.
01. Dialectic Chaos
02. This Day We Fight!
03. 44 Minutes
04. 1,320'
05. Bite The Hand
06. Bodies
07. Endgame
08. The Hardest Part Of Letting Go...
09. Head Crusher
10. How The Story Ends
11. The Right To Go Insane