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<p><b>John Mayall: Tough</b><br/>Mesmo que você não conheça John Mayall, deve respeitá-lo somente pelas estatísticas: São 75 anos de idade, sendo que destes, mais de 50 de carreira. "Tough", seu novo álbum, é o de número 57 da discografia. Conhecido como "the godfather of British blues", John Mayall já tocou com todos e já viu de tudo.<br/><BR/><br/><BR/>As linhas de voz são curtas e simples, intercaladas com 'licks de gaita'. Como todo bom blues. Vale ressaltar que o próprio Mayall fica encarregado de todas essas tarefas, além de eventualmente tocar teclado. Mas é quando chegam os solos de guitarra que o inglês mostra que não está na cena durante todo esse tempo à toa. Equilíbrio entre a técnica e o 'feeling', com timbres acertados e uma pegada de dar inveja aos mais jovens.<br/><BR/><br/><BR/>A voz do músico pode não agradar a todos, mas é a voz da experiência. É incrível como nessa altura da vida Mayall ainda faça, grave e toque ao vivo faixas agitadas como "Train to My Heart" e "Playin With A Losing Band". O repertório, no entanto, é variado e conta com canções mais 'swingadas' e algumas boas baladas como "Slow Train to Anywhere", "An Eye For An Eye" e "Tough Times Ahead". O grande destaque, contudo, é "How Far Down", uma verdadeira aula no gênero.<br/><BR/><br/><BR/>John Mayall resiste ao tempo e consegue manter o carisma e a personalidade intactos. Ele pode subir ao palco depois dos 70 anos para tocar Rock n' Roll sem parecer ridículo. Caso raro na música. <br/><br/><i>(Fonte: <a href="http://territorio.terra.com.br/rockonline/resenhas/?c=3038" target="_blank">Rock Online</a>)</i></p>

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Rafael Sartori
Redação TDM
Mesmo que você não conheça John Mayall, deve respeitá-lo somente pelas estatísticas: São 75 anos de idade, sendo que destes, mais de 50 de carreira. “Tough”, seu novo álbum, é o de número 57 da discografia. Conhecido como “the godfather of British blues”, John Mayall já tocou com todos e já viu de tudo.
As linhas de voz são curtas e simples, intercaladas com ‘licks de gaita’. Como todo bom blues. Vale ressaltar que o próprio Mayall fica encarregado de todas essas tarefas, além de eventualmente tocar teclado. Mas é quando chegam os solos de guitarra que o inglês mostra que não está na cena durante todo esse tempo à toa. Equilíbrio entre a técnica e o ‘feeling’, com timbres acertados e uma pegada de dar inveja aos mais jovens.
A voz do músico pode não agradar a todos, mas é a voz da experiência. É incrível como nessa altura da vida Mayall ainda faça, grave e toque ao vivo faixas agitadas como “Train to My Heart” e “Playin With A Losing Band”. O repertório, no entanto, é variado e conta com canções mais ‘swingadas’ e algumas boas baladas como “Slow Train to Anywhere”, “An Eye For An Eye” e “Tough Times Ahead”. O grande destaque, contudo, é “How Far Down”, uma verdadeira aula no gênero.
John Mayall resiste ao tempo e consegue manter o carisma e a personalidade intactos. Ele pode subir ao palco depois dos 70 anos para tocar Rock n’ Roll sem parecer ridículo. Caso raro na música.
01. Nothing To Do With Love
02. Just What You’re Looking For
03. Playing With A Losing Hand
04. An Eye For An Eye
05. How Far Down
06. Train To My Heart
07. Slow Train To Nowhere
08. Number’s Down
09. That Good Old Rockin’ Blues
10. Tough Times Ahead
11. The Sum Of Something