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<p><b>Travis: Ode to J. Smith</b><br/>Algumas coisas mudaram para os escoceses do Travis desde o último álbum. Uma delas é que a banda saiu da gravadora para fundar seu prórpio selo, o Red Telephone Box. Mas o que influenciou a banda a produzir um álbum tão bom quanto "Ode to J. Smith" deve ter sido outra coisa.<br/><BR/><BR/>A banda já vinha testando novas composições em shows no início deste ano. Mas foi o contato com Geoff Emerick, engenheiro de som dos Beatles, quando participaram do programa da BBC que celebrava o 40º aniversário do álbum "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band", que trouxe novos ares ao Travis.<br/><BR/><BR/>Foi dessa experiência que a banda tirou a inspiração para finalizar "Ode to J. Smith" - o álbum foi gravado em apenas duas semanas. As 11 faixas apresentam um rock bem feito, ótimos 'riffs' e melodias cativantes, como atestam "Quite Free", "Song to Self" e "Something Anything".<br/><BR/><BR/>As experimentações também têm lugar no álbum e o ápice parece ser a faixa "J. Smith", que traz um coral totalmente inusitado para as canções do Travis. Sobre o estranho título, Fran Healy deu declarações de que as canções foram feitas sobre e para pessoas sem nome. A tradução seria algo como "Ode a João da Silva".<br/><BR/><BR/>"Ode to J. Smith" é muito melhor que seus antecessores. Não que eles fossem ruins, mas parecia lhes faltar algo que sobra em "Ode to J. Smith". Embora o desempenho do álbum nos 'charts' britânicos tenha sido fraco, "Ode to J. Smith" é na certa o melhor álbum da banda até agora. <br/><br/><i>(Fonte: <a href="http://territorio.terra.com.br/rockonline/resenhas/?c=2574" target="_blank">Rock Online</a>)</i></p>

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Lizandra Pronin
Redação TDM
Algumas coisas mudaram para os escoceses do Travis desde o último álbum. Uma delas é que a banda saiu da gravadora para fundar seu prórpio selo, o Red Telephone Box. Mas o que influenciou a banda a produzir um álbum tão bom quanto “Ode to J. Smith” deve ter sido outra coisa.
A banda já vinha testando novas composições em shows no início deste ano. Mas foi o contato com Geoff Emerick, engenheiro de som dos Beatles, quando participaram do programa da BBC que celebrava o 40º aniversário do álbum “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, que trouxe novos ares ao Travis.
Foi dessa experiência que a banda tirou a inspiração para finalizar “Ode to J. Smith” - o álbum foi gravado em apenas duas semanas. As 11 faixas apresentam um rock bem feito, ótimos ‘riffs’ e melodias cativantes, como atestam “Quite Free”, “Song to Self” e “Something Anything”.
As experimentações também têm lugar no álbum e o ápice parece ser a faixa “J. Smith”, que traz um coral totalmente inusitado para as canções do Travis. Sobre o estranho título, Fran Healy deu declarações de que as canções foram feitas sobre e para pessoas sem nome. A tradução seria algo como “Ode a João da Silva”.
“Ode to J. Smith” é muito melhor que seus antecessores. Não que eles fossem ruins, mas parecia lhes faltar algo que sobra em “Ode to J. Smith”. Embora o desempenho do álbum nos ‘charts’ britânicos tenha sido fraco, “Ode to J. Smith” é na certa o melhor álbum da banda até agora.
01. Chinese Blues
02. J. Smith
03. Something Anything
04. Long Way Down
05. Broken Mirror
06. Last Words
07. Quite Free
08. Get Up
09. Friends
10. Song to Self
11. Before You Were Young