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<p><b>Vários Artistas: A Tribute To The Four Horsemen</b><br/>A capa de "A Tribute To The Four Horsemen" traz os integrantes do Metallica como cavaleiros do apocalipse. Nada mais apropriado para um tributo ao Metallica. O encarte traz fotos sobre todas as bandas que participam do tributo, com seus comentários sobre a escolha da canção ou sobre a própria banda homenageada. Há também um texto de introdução/apresentação, escrito por Christof Leim da Hammer, revista alemã de heavy metal. O texto conta, resumidamente, a história do Metallica.<BR/><BR/><B/>A música</B/><BR/>São 14 canções em versões bastante interessantes, todas com aquele gostinho de thrash anos 80, típico do Metallica. Isso fica bem marcado nas versões que o Destruction e o Antharx fizeram para "Whiplash" e "Phantom Lord", respectivamente. Até o Sonata Artica consegue soar thrash, em sua versão para "Fade to Black".<BR/><BR/>"Eye of the Beholder" com o In Flames está no mínimo curiosa, já que demora para identificar a banda se você não souber de quem é a versão. Aliás isso é algo interessante de se fazer: ouvir o álbum tentando descobrir quem está tocando. "Battery", com elementos industriais dos almães do Die Krupps, também cabe nessa definição: curiosa.<BR/><BR/>"My Friend of Misery" foi gravada pelo Dark Tranquillity na década de 90 e para os fãs da banda não é nenhuma novidade, mas a versão é boa e merece estar no álbum. A versão do In Flames também não é nova. Exclusivas são as versões do Primal Fear, Therion, Sonata Arctica, Crematory e Sinner.<BR/><BR/>Dentro do óbvio e esperado, tem o Apocalyptica com a majestosa "Harvester of Sorrow". No caso do Apocalyptica, não poderíamos nem chamar de 'versão' e sim de uma 'releitura' da canção original. Para os que curtem uma 'podreira', tem o Burden of Grief fazendo "Master of Puppets" e o Crematory, com "One".<BR/><BR/>Muito boas também estão "Seek & Destroy" com o Primal Fear, "Wherever I May Roam", com o Sinner e "Fight Fire with Fire" com o Therion. Há ainda uma canção ao vivo, "Motorbreath", com o Rage. Enfim, "A Tribute To The Four Horsemen" é um álbum forte, marcante e, como todo álbum tributo, dá vontade de ouvir as versões originais. <br/><br/><i>(Fonte: <a href="http://territorio.terra.com.br/rockonline/resenhas/?c=21" target="_blank">Rock Online</a>)</i></p>

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Vários Artistas: A Tribute To The Four Horsemen
Lizandra Pronin
Redação TDM
A capa de "A Tribute To The Four Horsemen" traz os integrantes do Metallica como cavaleiros do apocalipse. Nada mais apropriado para um tributo ao Metallica. O encarte traz fotos sobre todas as bandas que participam do tributo, com seus comentários sobre a escolha da canção ou sobre a própria banda homenageada. Há também um texto de introdução/apresentação, escrito por Christof Leim da Hammer, revista alemã de heavy metal. O texto conta, resumidamente, a história do Metallica.
A músicaSão 14 canções em versões bastante interessantes, todas com aquele gostinho de thrash anos 80, típico do Metallica. Isso fica bem marcado nas versões que o Destruction e o Antharx fizeram para "Whiplash" e "Phantom Lord", respectivamente. Até o Sonata Artica consegue soar thrash, em sua versão para "Fade to Black".
"Eye of the Beholder" com o In Flames está no mínimo curiosa, já que demora para identificar a banda se você não souber de quem é a versão. Aliás isso é algo interessante de se fazer: ouvir o álbum tentando descobrir quem está tocando. "Battery", com elementos industriais dos almães do Die Krupps, também cabe nessa definição: curiosa.
"My Friend of Misery" foi gravada pelo Dark Tranquillity na década de 90 e para os fãs da banda não é nenhuma novidade, mas a versão é boa e merece estar no álbum. A versão do In Flames também não é nova. Exclusivas são as versões do Primal Fear, Therion, Sonata Arctica, Crematory e Sinner.
Dentro do óbvio e esperado, tem o Apocalyptica com a majestosa "Harvester of Sorrow". No caso do Apocalyptica, não poderíamos nem chamar de 'versão' e sim de uma 'releitura' da canção original. Para os que curtem uma 'podreira', tem o Burden of Grief fazendo "Master of Puppets" e o Crematory, com "One".
Muito boas também estão "Seek & Destroy" com o Primal Fear, "Wherever I May Roam", com o Sinner e "Fight Fire with Fire" com o Therion. Há ainda uma canção ao vivo, "Motorbreath", com o Rage. Enfim, "A Tribute To The Four Horsemen" é um álbum forte, marcante e, como todo álbum tributo, dá vontade de ouvir as versões originais.