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<p><b>Evanescence: Amy Lee adora os fãs brasileiros</b><br/>Prestes a desembarcar no Brasil para a apresentação no Maquinária Festival, a vocalista do Evanescence, Amy Lee, respondeu a algumas perguntas que o Território da Música fez por e-mail.<br/><BR/><br/><BR/>Amy não quis falar sobre os ex-integrantes da banda, John LeCompt e Rocky Gray. Ao que tudo indica, a moça está de olho no futuro e não quer saber de águas passadas.<br/><BR/><br/><BR/>Entre outras declarações, Amy Lee conta que talvez as pessoas se surpreendam ao saber que ela gosta de Kraftwerk, Dr. Dre, Cypress Hill e de Lily Allen. E a cantora não perde a oportunidade de elogiar os fãs brasileiros que, de acordo com ela, são incríveis e apaixonados. Confira a entrevista.<br/><BR/><br/><BR/><b/>O Evanescence está preparando um novo álbum. Pode nos adiantar alguma coisa sobre como serão as canções?<br/><BR/>Amy Lee:</b/> O álbum está caminhando numa nova direção e deve ficar pronto no ano que vem. Mas não posso dar nenhum detalhe ainda. Me desculpe!<br/><BR/><br/><BR/><b/>Que tipo de emoções e sentimentos você procura colocar em um álbum? O que você quer passar para o ouvinte com sua música?<br/><BR/>Amy:</b/> Eu sempre tento pegar o que estou sentindo no momento e faço a música traduzir isso de uma maneira que as palavras não poderiam fazer sozinhas. Há muitas dimensões nas coisas que sentimos e eu gosto quando um álbum cobre o máximo possível esse espectro.<br/><BR/><br/><BR/><b/>O que a inspira a compor? Qualquer idéia pode se transformar em música?<br/><BR/>Amy:</b/> Eu me inspiro nas coisas que me fazem pensar e sentir. Arte e música me inspiram. Natureza, beleza, dor, amor, medo. Tudo me inspira.<br/><BR/><br/><BR/><b/>Você é uma entusiasta da moda. Moda e música podem ser conjugadas? Há um ponto de convergência entre essas coisas?<br/><BR/>Amy:</b/> Moda é apenas outra forma de arte, outra forma de se expressar. Não é algo em que eu pense com tanta profundidade como acontece com a música. É mais como a cereja do bolo, algo que complementa e deixa especial. Eu amo roupas, especialmente quando posso ter uma idéia e depois vê-la ganhar vida numa peça. O que eu visto no palco tem muito do meu humor, meu jeito, minha música...<br/><BR/><br/><BR/><b/>Há algo que surpreenderia seus fãs no seu gosto musical?<br/><BR/>Amy:</b/> Ok, vou tentar dizer o que poderia surpreender. Eu escuto muita música. Bom... Crowded House, Richard Marx, Harry Neilson, Kraftwerk, Dr. Dre, Cypress Hill, Chris Isaak, Phil Collins, coisas antigas da Maria Carey e da Janet Jackson, Lily Allen, Pantera, George Michael...<br/><BR/><br/><BR/><b/>O que você espera do show no Brasil? Teremos novas canções nesse show?<br/><BR/>Amy:</b/> Não, não tocaremos novas canções desta vez. Mas apresentaremos algumas canções que não foram tocadas da outra vez em que estivemos no Brasil.<br/><BR/><br/><BR/><b/>Que lembrança você guarda do nosso país?<br/><BR/>Amy:</b/> A primeira coisa que me vem à mente é como são incríveis e apaixonados os fãs brasileiros. Estou muito feliz por ter a chance de voltar ao país. Não vejo a hora de estar aí novamente! <br/><br/><i>(Fonte: <a href="http://territorio.terra.com.br/entrevistas/?c=851" target="_blank">Território da Música</a>)</i></p>
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5/11/2009 - 16h37
 
Evanescence: Amy Lee adora os fãs brasileiros
Lizandra Pronin
Redação TDM
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Amy Lee
Prestes a desembarcar no Brasil para a apresentação no Maquinária Festival, a vocalista do Evanescence, Amy Lee, respondeu a algumas perguntas que o Território da Música fez por e-mail.

Amy não quis falar sobre os ex-integrantes da banda, John LeCompt e Rocky Gray. Ao que tudo indica, a moça está de olho no futuro e não quer saber de águas passadas.

Entre outras declarações, Amy Lee conta que talvez as pessoas se surpreendam ao saber que ela gosta de Kraftwerk, Dr. Dre, Cypress Hill e de Lily Allen. E a cantora não perde a oportunidade de elogiar os fãs brasileiros que, de acordo com ela, são incríveis e apaixonados. Confira a entrevista.

O Evanescence está preparando um novo álbum. Pode nos adiantar alguma coisa sobre como serão as canções?
Amy Lee:
O álbum está caminhando numa nova direção e deve ficar pronto no ano que vem. Mas não posso dar nenhum detalhe ainda. Me desculpe!

Que tipo de emoções e sentimentos você procura colocar em um álbum? O que você quer passar para o ouvinte com sua música?
Amy:
Eu sempre tento pegar o que estou sentindo no momento e faço a música traduzir isso de uma maneira que as palavras não poderiam fazer sozinhas. Há muitas dimensões nas coisas que sentimos e eu gosto quando um álbum cobre o máximo possível esse espectro.

O que a inspira a compor? Qualquer idéia pode se transformar em música?
Amy:
Eu me inspiro nas coisas que me fazem pensar e sentir. Arte e música me inspiram. Natureza, beleza, dor, amor, medo. Tudo me inspira.

Você é uma entusiasta da moda. Moda e música podem ser conjugadas? Há um ponto de convergência entre essas coisas?
Amy:
Moda é apenas outra forma de arte, outra forma de se expressar. Não é algo em que eu pense com tanta profundidade como acontece com a música. É mais como a cereja do bolo, algo que complementa e deixa especial. Eu amo roupas, especialmente quando posso ter uma idéia e depois vê-la ganhar vida numa peça. O que eu visto no palco tem muito do meu humor, meu jeito, minha música...

Há algo que surpreenderia seus fãs no seu gosto musical?
Amy:
Ok, vou tentar dizer o que poderia surpreender. Eu escuto muita música. Bom... Crowded House, Richard Marx, Harry Neilson, Kraftwerk, Dr. Dre, Cypress Hill, Chris Isaak, Phil Collins, coisas antigas da Maria Carey e da Janet Jackson, Lily Allen, Pantera, George Michael...

O que você espera do show no Brasil? Teremos novas canções nesse show?
Amy:
Não, não tocaremos novas canções desta vez. Mas apresentaremos algumas canções que não foram tocadas da outra vez em que estivemos no Brasil.

Que lembrança você guarda do nosso país?
Amy:
A primeira coisa que me vem à mente é como são incríveis e apaixonados os fãs brasileiros. Estou muito feliz por ter a chance de voltar ao país. Não vejo a hora de estar aí novamente!
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Comentários (2)
Lizandra Pronin
(9/11/2009 às 17h01)
Oi Jo, não filmamos o festival, infelizmente. Mas as fotos estão lá na Galeria de Fotos (no menu principal, em "VEJA"). Obrigada pelos elogios.
jo
(9/11/2009 às 12h56)
valeu pela entrevista!
vcs filmaram o festival....obrigado pelas belas fotos
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