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<p><b>Língua de Trapo: SESC Santo André - Santo André/SP</b><br/>O grupo Língua de Trapo, tendo à frente o 'multi-homem' Laert Sarrumor (humorista, radialista, escritor, piadista, compositor e ainda cantor), lotou o teatro do SESC em Santo André nessa noite chuvosa de domingo com o show Alegro ma non Trappo. A banda já teve inúmeras formações, mas preserva sempre o bom humor, a irreverência e o sarcasmo.<br/><BR/><BR/>Algumas músicas clássicas nunca faltam nos shows do Língua: "Concheta", "Country e os Brancos", "Xingu Disco", "Evridei", "Polca Duca", "Piruzinho". Sempre mescladas com músicas inéditas em disco, mas não menos conhecidas da platéia como "Pasquale", uma tarantela italiana, "Cataí", releitura de um antigo sucesso de Moacir Franco, além de "A Multa", do cearense Falcão.<br/><BR/><BR/>Nos intervalos entre as músicas Laert conta piada e 'causos' dos quase 30 anos de carreira da banda. Impossível tirar os olhos do piadista durante o show, sempre fazendo caras e bocas, dançando, andando pela platéia, brincando com os outros músicos. Um show de carisma.<br/><BR/><BR/>Claro que não poderiam faltar algumas homenagens à cidade aniversariante, a vizinha São Paulo. Tocaram "Garota de Moema", uma divertida versão de "Garota de Ipanema", e encerraram o show com uma releitura de "Sampa" bem mais pesada do que a original.<br/><BR/><BR/>A banda volta para o bis com uma brincadeira já conhecida do público mais fiel, o "Rap End", um rap lusitano parodiando músicas de sucesso popular e gosto duvidoso, como o funk carioca.<br/><BR/><BR/>Os shows do Língua não mudaram muito ao longo dos anos. Quase sempre seguem mais ou menos o mesmo roteiro de brincadeiras, piadas, etc. Mesmo assim todos riem de tudo, inclusive os que já viram aquela mesma piada várias e várias vezes. Prova disso é o fato de que os ingressos já estavam esgotados vários dias antes da apresentação mesmo sendo feriado em São Paulo pelo aniversário da cidade, data em que sempre são realizados vários eventos na capital. <br/><BR/><BR/>O grande número de fãs que comparece ao show mostra que o Língua de Trapo simplesmente se nega a envelhecer. Continua com um humor que agrada pais e filhos, amantes dos mais variados estilos musicais.<br/><BR/><BR/>Após duas horas de show o público sai com vontade de continuar ali por pelo menos mais duas horas. Impossível quem não se divirta num show do Língua de Trapo. <br/><br/><i>(Fonte: <a href="http://territorio.terra.com.br/canalpop/shows/?c=707" target="_blank">Canal Pop</a>)</i></p>

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Língua de Trapo: SESC Santo André - Santo André/SP
Bel Gasparotto
Redação TDM
| Eduardo Guimarães / TDM |
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O grupo Língua de Trapo, tendo à frente o ‘multi-homem’ Laert Sarrumor (humorista, radialista, escritor, piadista, compositor e ainda cantor), lotou o teatro do SESC em Santo André nessa noite chuvosa de domingo com o show Alegro ma non Trappo. A banda já teve inúmeras formações, mas preserva sempre o bom humor, a irreverência e o sarcasmo.
Algumas músicas clássicas nunca faltam nos shows do Língua: “Concheta”, “Country e os Brancos”, “Xingu Disco”, “Evridei”, “Polca Duca”, “Piruzinho”. Sempre mescladas com músicas inéditas em disco, mas não menos conhecidas da platéia como “Pasquale”, uma tarantela italiana, “Cataí”, releitura de um antigo sucesso de Moacir Franco, além de “A Multa”, do cearense Falcão.
Nos intervalos entre as músicas Laert conta piada e ‘causos’ dos quase 30 anos de carreira da banda. Impossível tirar os olhos do piadista durante o show, sempre fazendo caras e bocas, dançando, andando pela platéia, brincando com os outros músicos. Um show de carisma.
Claro que não poderiam faltar algumas homenagens à cidade aniversariante, a vizinha São Paulo. Tocaram “Garota de Moema”, uma divertida versão de “Garota de Ipanema”, e encerraram o show com uma releitura de “Sampa” bem mais pesada do que a original.
A banda volta para o bis com uma brincadeira já conhecida do público mais fiel, o “Rap End”, um rap lusitano parodiando músicas de sucesso popular e gosto duvidoso, como o funk carioca.
Os shows do Língua não mudaram muito ao longo dos anos. Quase sempre seguem mais ou menos o mesmo roteiro de brincadeiras, piadas, etc. Mesmo assim todos riem de tudo, inclusive os que já viram aquela mesma piada várias e várias vezes. Prova disso é o fato de que os ingressos já estavam esgotados vários dias antes da apresentação mesmo sendo feriado em São Paulo pelo aniversário da cidade, data em que sempre são realizados vários eventos na capital.
O grande número de fãs que comparece ao show mostra que o Língua de Trapo simplesmente se nega a envelhecer. Continua com um humor que agrada pais e filhos, amantes dos mais variados estilos musicais.
Após duas horas de show o público sai com vontade de continuar ali por pelo menos mais duas horas. Impossível quem não se divirta num show do Língua de Trapo.