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<p><b>Michael Bolton: One World, One Love</b><br/>O eterno "careca-cebeludo" romântico que no final da década de 80 e início dos anos 90 embalou encontros, namoros e romances está de volta!<br/><BR/><br/><BR/>Lá se foram sete anos desde seu último trabalho, lá se foi mais de uma década tentando reconquistar a fama e o prestígio do auge de sua carreira. E este novo trabalho provavelmente será mais uma tentativa não muito bem-sucedida de recuperar sua carreira artística.<br/><BR/><br/><BR/>"One World, One Love" foi gravado durante os dois últimos anos, reunindo composições de Michael que como sempre trazem ótimas harmonias, melodias pra lá de grudentas e letras que fariam qualquer diabético morrer instantaneamente.<br/><BR/><br/><BR/>As novidades ficam por conta de alguns 'beats', do visual que teve um 'upgrade' e principalmente das participações especiais trazendo como convidados Ne-Yo, a "queridinha do momento" Lady Gaga, entre outros. Tudo com perfil "eu também sou moderno".<br/><BR/><br/><BR/>Longe de ser um álbum ruim, infelizmente o trabalho não convence. O resultado final soa datado e as tentativas de mudança se mostram artificiais. São músicas que carregam muito do que era feito décadas atrás e assim os convidados não se encaixam com participações nitidamente equivocadas.<br/><BR/><br/><BR/>Destaque para "Hope It's Too Late", faixa onde Michael Bolton se parece com... Michael Bolton! "One World, One Love" é um álbum irregular e sobretudo um trabalho onde Michael Bolton infelizmente desperdiça seu enorme talento como cantor, compositor e produtor se recusando a ser ele próprio. <br/><br/><i>(Fonte: <a href="http://territorio.terra.com.br/canalpop/resenhas/?c=3059" target="_blank">Canal Pop</a>)</i></p>

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Michael Bolton: One World, One Love
Maurício Kenzil
Redação TDM
O eterno “careca-cebeludo” romântico que no final da década de 80 e início dos anos 90 embalou encontros, namoros e romances está de volta!
Lá se foram sete anos desde seu último trabalho, lá se foi mais de uma década tentando reconquistar a fama e o prestígio do auge de sua carreira. E este novo trabalho provavelmente será mais uma tentativa não muito bem-sucedida de recuperar sua carreira artística.
“One World, One Love” foi gravado durante os dois últimos anos, reunindo composições de Michael que como sempre trazem ótimas harmonias, melodias pra lá de grudentas e letras que fariam qualquer diabético morrer instantaneamente.
As novidades ficam por conta de alguns ‘beats’, do visual que teve um ‘upgrade’ e principalmente das participações especiais trazendo como convidados Ne-Yo, a “queridinha do momento” Lady Gaga, entre outros. Tudo com perfil “eu também sou moderno”.
Longe de ser um álbum ruim, infelizmente o trabalho não convence. O resultado final soa datado e as tentativas de mudança se mostram artificiais. São músicas que carregam muito do que era feito décadas atrás e assim os convidados não se encaixam com participações nitidamente equivocadas.
Destaque para “Hope It’s Too Late”, faixa onde Michael Bolton se parece com... Michael Bolton! “One World, One Love” é um álbum irregular e sobretudo um trabalho onde Michael Bolton infelizmente desperdiça seu enorme talento como cantor, compositor e produtor se recusando a ser ele próprio.
01. Ready For You
02. Just One Love
03. Need You To Fall
04. Hope It’s Too Late
05. Can You Feel Me
06. The Best
07. Murder My Heart
08. You Comfort Me
09. Sign Your Name
10. Invisible Tattoo
11. Survivor
12. Crazy Love