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<p><b>Jamie T: Kings & Queens</b><br/>Ah, o 2º álbum… O tempo passa, estilos, gêneros e modismos musicais aparecem e desaparecem, novas formas de divulgação surgem a cada instante, enfim tudo parece passageiro, mas a ingrata missão de repetir a dose para aqueles que foram bem-sucedidos logo na estréia permanece firme, forte e intacta, resistindo a todas as mudanças no mercado.<br/><BR/><br/><BR/>"Kings & Queens" é o 2º álbum (se desconsiderarmos os 'singles') na discografia deste cantor e compositor de Wimbledon (Inglaterra). Mr Treays se deu bem já no 1º trabalho, "Panic Prevention" (2007), com seu som acústico que agradou em cheio ao público britânico. Repetir a fórmula ou tentar algo novo foi a dúvida que surgiu então.<br/><BR/><br/><BR/>Jamie parece não ter se preocupado tanto com esta questão. Virou do avesso seu som, agora embalado pelo Punk e até mesmo pelo Hip-Hop! É um álbum difícil de ser analisado.<br/><BR/><br/><BR/>Aqueles que gostaram do trabalho anterior, muito provavelmente torcerão o nariz para a nova fase de Treays, onde Bob Dylan cedeu espaço a The Clash. Os que não tem o mínimo preconceito com estilos e gêneros diversos, assim como Jamie, talvez aprovem a mudança.<br/><BR/><br/><BR/>O fato é que o álbum é convincente, com produção musical correta assinada por Treays e Ben Bones, mas bem difícil de ser digerido pela dimensão da mudança e também por mesclar estilos tão distintos.<br/><BR/><br/><BR/>Destaques para a faixa de abertura "368", "The Man's Machine" e para "Jilly Armeen", faixa que encerra o 'tracklist' e que resgata um pouco da sonoridade acústica do álbum de estréia.<br/><BR/><br/><BR/>"Kings & Queens" é um bom álbum, difícil de ser digerido e que por isso, deve ser um divisor de fãs de Jamie T: os que gostaram do 1º trabalho, os que gostarão deste e os provavelmente poucos que aprovarão ambos. <br/><br/><i>(Fonte: <a href="http://territorio.terra.com.br/canalpop/resenhas/?c=3037" target="_blank">Canal Pop</a>)</i></p>

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Maurício Kenzil
Redação TDM
Ah, o 2º álbum… O tempo passa, estilos, gêneros e modismos musicais aparecem e desaparecem, novas formas de divulgação surgem a cada instante, enfim tudo parece passageiro, mas a ingrata missão de repetir a dose para aqueles que foram bem-sucedidos logo na estréia permanece firme, forte e intacta, resistindo a todas as mudanças no mercado.
“Kings & Queens” é o 2º álbum (se desconsiderarmos os ‘singles’) na discografia deste cantor e compositor de Wimbledon (Inglaterra). Mr Treays se deu bem já no 1º trabalho, “Panic Prevention” (2007), com seu som acústico que agradou em cheio ao público britânico. Repetir a fórmula ou tentar algo novo foi a dúvida que surgiu então.
Jamie parece não ter se preocupado tanto com esta questão. Virou do avesso seu som, agora embalado pelo Punk e até mesmo pelo Hip-Hop! É um álbum difícil de ser analisado.
Aqueles que gostaram do trabalho anterior, muito provavelmente torcerão o nariz para a nova fase de Treays, onde Bob Dylan cedeu espaço a The Clash. Os que não tem o mínimo preconceito com estilos e gêneros diversos, assim como Jamie, talvez aprovem a mudança.
O fato é que o álbum é convincente, com produção musical correta assinada por Treays e Ben Bones, mas bem difícil de ser digerido pela dimensão da mudança e também por mesclar estilos tão distintos.
Destaques para a faixa de abertura “368”, “The Man’s Machine” e para “Jilly Armeen”, faixa que encerra o ‘tracklist’ e que resgata um pouco da sonoridade acústica do álbum de estréia.
“Kings & Queens” é um bom álbum, difícil de ser digerido e que por isso, deve ser um divisor de fãs de Jamie T: os que gostaram do 1º trabalho, os que gostarão deste e os provavelmente poucos que aprovarão ambos.
01. 368
02. Hocus Pocus
03. Sticks ‘n’ Stones
04. The Man’s Machine
05. Emily’s Heart
06. Chaka Demus
07. Spider’s Web
08. Castro Dies
09. Earth, Wind & Fire
10. British Intelligence
11. Jilly Armeen