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<p><b>David Gray: Draw The Line</b><br/>O final desta década se aproxima e se listarmos os artistas mais bem-sucedidos certamente incluiremos "medalhões" como Dido e Robbie Williams e, no caso do Reino Unido, David Gray.<br/><BR/><br/><BR/>Alçado à fama e ao sucesso no início deste milênio com "White Lader" (2000), o cantor e compositor "caseiro" emplacou diversos 'hits' com seu Pop acústico 100% Britpop.<br/><BR/><br/><BR/>"Draw The Line" chega após quatro longos anos de ansiedade e espera e infelizmente não justifica a enorme expectativa. Se os britânicos esperavam algo no nível do trabalho anterior, o convincente "Life In Slow Motion", é decepção na certa. Para aqueles que não conhecem muito da música do artista, há álbuns mais recomendáveis.<br/><BR/><br/><BR/>O 8º álbum na discografia de David passa longe de ser considerado um trabalho ruim, trazendo composições regulares, mas sem muita inspiração. Nada que coloque em questão seu talento, mas nada que valorize o mesmo. Um Pop acústico morno, que peca pela previsibilidade harmônica e pela burocracia nos arranjos.<br/><BR/><br/><BR/>Destaques para a faixa de abertura e 1º 'single' do álbum, "Fugitive", e para "Full Steam Ahead", com participação da eterna ex-Eurythmics Annie Lennox.<br/><BR/><br/><BR/>"Draw The Line" é um bom álbum, acima da média do que o Britpop tem mostrado, bem abaixo do que se espera de David Gray. <br/><br/><i>(Fonte: <a href="http://territorio.terra.com.br/canalpop/resenhas/?c=3035" target="_blank">Canal Pop</a>)</i></p>

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David Gray: Draw The Line
Maurício Kenzil
Redação TDM
O final desta década se aproxima e se listarmos os artistas mais bem-sucedidos certamente incluiremos “medalhões” como Dido e Robbie Williams e, no caso do Reino Unido, David Gray.
Alçado à fama e ao sucesso no início deste milênio com “White Lader” (2000), o cantor e compositor “caseiro” emplacou diversos ‘hits’ com seu Pop acústico 100% Britpop.
“Draw The Line” chega após quatro longos anos de ansiedade e espera e infelizmente não justifica a enorme expectativa. Se os britânicos esperavam algo no nível do trabalho anterior, o convincente “Life In Slow Motion”, é decepção na certa. Para aqueles que não conhecem muito da música do artista, há álbuns mais recomendáveis.
O 8º álbum na discografia de David passa longe de ser considerado um trabalho ruim, trazendo composições regulares, mas sem muita inspiração. Nada que coloque em questão seu talento, mas nada que valorize o mesmo. Um Pop acústico morno, que peca pela previsibilidade harmônica e pela burocracia nos arranjos.
Destaques para a faixa de abertura e 1º ‘single’ do álbum, “Fugitive”, e para “Full Steam Ahead”, com participação da eterna ex-Eurythmics Annie Lennox.
“Draw The Line” é um bom álbum, acima da média do que o Britpop tem mostrado, bem abaixo do que se espera de David Gray.
01. Fugitive
02. Draw the Line
03. Nemesis
04. Jackdaw
05. Kathleen (com Jolie Holland)
06. First Chance
07. Harder
08. Transformation
09. Stella the Artist
10. Breathe
11. Full Steam Ahead (com Annie Lennox)