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<p><b>Jay-Z: The Blueprint 3</b><br/>Se existe alguém que personifique o enorme espaço alcançado nas últimas décadas pelo Hip-Hop, esse alguém é Shawn Carter. Jay-Z, como é conhecido mundialmente, representa e simboliza com perfeição o domínio atual do estilo no mercado musical.<br/><BR/><br/><BR/>E essa hegemonia teve início justamente quando o 1º álbum desta trilogia foi lançado. Em "The City Is Mine" (1997), Jay-Z já se autoproclamava o Rei do Hip-Hop nova-iorquino, mas foi com "The Blueprint" (2001) que ele passou a ser respeitado e considerado pela crítica e público com um dos principais nomes do gênero.<br/><BR/><br/><BR/>Os anos se passaram, alguns bons álbuns foram lançados, outros nem tanto. Ainda assim, Jay-z conseguiu se manter em evidência e aumentou sua popularidade e prestígio.<br/><BR/><br/><BR/>"The Bluperint" nada mais é do que o terceiro capítulo desta trilogia. Não apresenta o gosto de algo diferente como no primeiro trabalho e também não traz a irregularidade do 2º álbum. Apresenta sim, um 'tracklist' recheado de faixas candidatas a 'hits' instantâneos.<br/><BR/><br/><BR/>A receita? Prêmio em $ para quem adivinhar: produção grandiosa, inúmeras e indefectíveis participações especiais de medalhões do estilo e o jeitão bocudo tradicional de Jay-Z.<br/><BR/><br/><BR/>Destaques para a faixa de abertura "What We Talkin' About", "Thank You" que traz orquestra "sampleada" do brasileiro Marcos Valle e para "Empire State Of Mind", com Alicia Keys.<br/><BR/><br/><BR/>"The Blueprint 3" é um bom álbum que não deve causar nenhum impacto na carreira de Jay-Z, isto é, o garoto do Brooklyn continuará sendo o Todo-Poderoso do Hip-Hop. <br/><br/><i>(Fonte: <a href="http://territorio.terra.com.br/canalpop/resenhas/?c=3032" target="_blank">Canal Pop</a>)</i></p>

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Maurício Kenzil
Redação TDM
Se existe alguém que personifique o enorme espaço alcançado nas últimas décadas pelo Hip-Hop, esse alguém é Shawn Carter. Jay-Z, como é conhecido mundialmente, representa e simboliza com perfeição o domínio atual do estilo no mercado musical.
E essa hegemonia teve início justamente quando o 1º álbum desta trilogia foi lançado. Em “The City Is Mine” (1997), Jay-Z já se autoproclamava o Rei do Hip-Hop nova-iorquino, mas foi com “The Blueprint” (2001) que ele passou a ser respeitado e considerado pela crítica e público com um dos principais nomes do gênero.
Os anos se passaram, alguns bons álbuns foram lançados, outros nem tanto. Ainda assim, Jay-z conseguiu se manter em evidência e aumentou sua popularidade e prestígio.
“The Bluperint” nada mais é do que o terceiro capítulo desta trilogia. Não apresenta o gosto de algo diferente como no primeiro trabalho e também não traz a irregularidade do 2º álbum. Apresenta sim, um ‘tracklist’ recheado de faixas candidatas a ‘hits’ instantâneos.
A receita? Prêmio em $ para quem adivinhar: produção grandiosa, inúmeras e indefectíveis participações especiais de medalhões do estilo e o jeitão bocudo tradicional de Jay-Z.
Destaques para a faixa de abertura “What We Talkin’ About”, “Thank You” que traz orquestra “sampleada” do brasileiro Marcos Valle e para “Empire State Of Mind”, com Alicia Keys.
“The Blueprint 3” é um bom álbum que não deve causar nenhum impacto na carreira de Jay-Z, isto é, o garoto do Brooklyn continuará sendo o Todo-Poderoso do Hip-Hop.
01. What We Talkin’ About
02. Thank You
03. D.O.A. (Death of Auto-Tune)
04. un This Town
05. Empire State of Mind
06. Real As It Gets
07. On to the Next One
08. Off That
09. A Star Is Born
10. Venus vs. Mars
11. Already Home
12. Hate
13. Reminder
14. So Ambitious
15. Young Forever