quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
sobre a escola
voltar à página inicial
Artistas de A a Z A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z #
Notícias
Agenda
Leia
  1. COLUNAS DO TERRITÓRIO
  2. Back in Time
  3. Ensaio
  4. Guitarras e Afins
  5. Pré-produção
Veja
Blogs
  •  
  1. BLOGS DO TERRITÓRIO
  2. Blog da Redação
  3. Baú do Território
  4. Vida Digital
  5. Vitrine
  6. Widescreen
Promoções
Meu Território
  •  
  1. Cadastro
  2. Canal do leitor
  3. Classificados
  4. Enquetes
  5. Eu recomendo
  6. Fóruns
  7. Promoções
 
Copie o código abaixo e cole em seu site ou blog:
<p><b>Joss Stone: Introducing Joss Stone</b><br/>É uma tendência atual o grande número de participações em um álbum. Isso é marcante - diria até irritante - em álbuns de artistas de rap e hip hop. Mas grandes nomes do pop também tem utilizado esse recurso ou aderido a essa tendência. Joss Stone também traz participantes em seu novo álbum.<br/><BR/><BR/>Hoje, utilizam-se participações como se fosse uma obrigação. Para Joss Stone isso é totalmente irrelevante. Principalmente agora que ela parece estar acima do bem e do mal e, por isso, uma participação em seu álbum é realmente apenas uma participação e não "aquela força". "Music" com Lauryn Hill ficou mais do que ótima. Sem Lauryn Hill continuaria maravilhosa. O mesmo vale para a participação do rapper Common em "Tell Me What We're Gonna Do Now".<br/><BR/><BR/>Tudo isso é para dizer que Joss Stone, apesar da pouca idade, é capaz de sustentar sozinha sua ascendente carreira. "Introducing Joss Stone", seu terceiro álbum, traz 13 faixas precedidas de uma introdução narrada por Vinnie Jones, ex-jogador de futebol e ator inglês, falando sobre mudanças. E essa é a única coisa dispensável no álbum.<br/><BR/><BR/>Logo na sequëncia dessa introdução, a canção "Girl They Won't Believe It" mostra o que Joss tem a oferecer aos fãs: uma música poderosa, com suingue, soul 'vintage', R&amp;B e uma voz mais poderosa do que nunca. Mesmo com 7 milhões e meio de cópias vendidas - referentes aos dois álbuns anteriores - Joss ousou e, em "Introducing Joss Stone", mostra algo que ninguém tinha visto ainda: mais profundidade, novos elementos e uma identidade única.<br/><BR/><BR/>E é por aí que a cantora e compositora inglesa justifica o título do álbum: "Verdadeiramente eu. Por isso o título é Introducing Joss Stone. Essas são as minhas palavras e quem eu sou como artista". Com o produtor Raphael Saadiq, Joss Stone passou dois meses gravando nas Bahamas. O resultado dessa parceria é simplesmente delicioso.<br/><BR/><BR/>"Tell Me 'Bout It", "Put Your Hands On Me" e a lenta e charmosa "Bruised But Not Broken": todas poderiam ser citadas como destaque desse álbum. Comovente, envolvente e cativante, "Introducing Joss Stone" coloca a cantora entre as grandes estrelas do soul / R&amp;B. Imperdível. <br/><br/><i>(Fonte: <a href="http://territorio.terra.com.br/canalpop/resenhas/?c=1763" target="_blank">Canal Pop</a>)</i></p>
Creative Commons License
Este conteúdo está licenciado sob uma Licença Creative Commons.
5/4/2007 - 10h19
 
Joss Stone: Introducing Joss Stone
Lizandra Pronin
Redação TDM
tamanho
da letra
É uma tendência atual o grande número de participações em um álbum. Isso é marcante - diria até irritante - em álbuns de artistas de rap e hip hop. Mas grandes nomes do pop também tem utilizado esse recurso ou aderido a essa tendência. Joss Stone também traz participantes em seu novo álbum.

Hoje, utilizam-se participações como se fosse uma obrigação. Para Joss Stone isso é totalmente irrelevante. Principalmente agora que ela parece estar acima do bem e do mal e, por isso, uma participação em seu álbum é realmente apenas uma participação e não “aquela força”. “Music” com Lauryn Hill ficou mais do que ótima. Sem Lauryn Hill continuaria maravilhosa. O mesmo vale para a participação do rapper Common em “Tell Me What We’re Gonna Do Now”.

Tudo isso é para dizer que Joss Stone, apesar da pouca idade, é capaz de sustentar sozinha sua ascendente carreira. “Introducing Joss Stone”, seu terceiro álbum, traz 13 faixas precedidas de uma introdução narrada por Vinnie Jones, ex-jogador de futebol e ator inglês, falando sobre mudanças. E essa é a única coisa dispensável no álbum.

Logo na sequëncia dessa introdução, a canção “Girl They Won’t Believe It” mostra o que Joss tem a oferecer aos fãs: uma música poderosa, com suingue, soul ‘vintage’, R&B e uma voz mais poderosa do que nunca. Mesmo com 7 milhões e meio de cópias vendidas - referentes aos dois álbuns anteriores - Joss ousou e, em “Introducing Joss Stone”, mostra algo que ninguém tinha visto ainda: mais profundidade, novos elementos e uma identidade única.

E é por aí que a cantora e compositora inglesa justifica o título do álbum: “Verdadeiramente eu. Por isso o título é Introducing Joss Stone. Essas são as minhas palavras e quem eu sou como artista”. Com o produtor Raphael Saadiq, Joss Stone passou dois meses gravando nas Bahamas. O resultado dessa parceria é simplesmente delicioso.

“Tell Me ‘Bout It”, “Put Your Hands On Me” e a lenta e charmosa “Bruised But Not Broken”: todas poderiam ser citadas como destaque desse álbum. Comovente, envolvente e cativante, “Introducing Joss Stone” coloca a cantora entre as grandes estrelas do soul / R&B. Imperdível.
01. Change (Vinnie Jones Intro)
02. Girl They Won’t Believe It
03. Headturner
04. Tell Me ‘Bout It
05. Tell Me What We’re Gonna Do Now
06. Put Your Hands On Me
07. Music feat. Lauryn Hill
08. Arms Of My Baby
09. Bad Habit
10. Proper Nice
11. Bruised But Not Broken
12. Baby, Baby, Baby
13. What Were We Thinking
14. Music Outro
Avaliação:
Selo: EMI
Ano de lançamento: 2007
Artistas relacionados: Joss Stone
Avalie este lançamento
 
85,11%
 
6,38%
 
1,06%
 
1,06%
 
6,38%
Selecione a sua avaliação
e clique em votar.
* 94 votos registrados
Relacionadas
Compartilhe
Copie
Envie
Relate erros
Comentários (0)
Nenhum comentário foi publicado até o momento. Seja o primeiro a comentar.
Deixe aqui seu comentário
identificação
nome   anônimo
trocar
Digite o texto
da imagem.
seu comentário
|
1000 caracteres disponíveis
 
 
 
ENQUETE
O Them Croocked Vultures não quis o Paul McCartney. Você rejeitaria o ex-Beatle na sua banda?
Claro, sou mais o John Paul Jones
Sim, já que eu sou o baixista!
Não. Nem que fosse pra ficar com dois baixistas
Nem pensar, isso é burrice
Dave Grohl e Josh Homme são dementes
 
 
 
Cadastro
 
Canal do leitor
 
Classificados
 
Enquetes
 
Eu recomendo
 
Fóruns
 
Promoções