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<p><b>Questão de Escolha</b><br/>Lendo as críticas sobre "Amigo é Casa", trabalho conjunto entre Zélia Duncan e Simone, fiquei tão abismada com a falácia, com a irresponsabilidade, com o tom agressivo de algumas delas que resolvi recorrer ao velho e bom dicionário atrás do significado de palavras como "crítico ou crítica" no intuito de tentar entender o que estava acontecendo ou mesmo se tais termos tinham tido seu significado mudado recentemente. Sei lá, no país do decreto lei tudo é possível.<br/><BR/><BR/>Mas não, cheguei à conclusão de que tudo é questão de escolha e bom senso. Por exemplo, aprendi que crítica tanto pode ser a arte de julgar, apreciar de forma minuciosa e criteriosa uma obra, quanto censura e maledicência. Parei por aí, pois já havia entendido tudo. Para se julgar uma obra é preciso, analisá-la, acompanhá-la, senti-la a fundo. E como isso é um dom, dos bem raros eu diria, a preguiça mental e a maldade inatas, leva esses pseudo críticos ao caminho mais fácil. Como elas ousam ousar? Não vi e não gostei.<br/><BR/><BR/>Só assim consegue-se uma tênue linha para entender o prazer quase sádico de depreciar o trabalho alheio sem conhecimento de causa. Tudo bem, antes que alguém ache que estou deixando meu lado de fã xiita falar mais alto, eu alivio um pouco, todos têm direito a opinião, este é o "ofício" deles. Melhorou? Pois então clamo pelo meu direito de resposta, quer dize que isso lhes dá o direito de serem grossos, desinformados, mal educados e tendenciosos?<br/><BR/><BR/>Tenham a santa paciência! Pobre bando de brutamontes, insensíveis e na contramão do belo e simples. Devemos lembrar que esse trabalho faz parte de um projeto o Tom Brasil. E daí se Zelia tem uma alma e um coração enormes, que a leva a unir-se a parceiros e produzirem trabalhos conjuntos pelo simples prazer de estarem juntos? Se fugiu da cartilha traçada pela mídia e tem prazer em atirar-se em novas aventuras. E sempre se da bem. Ah sim, esse é o problema. Certos segmentos preguiçosos e donos da fórmula do sucesso fácil, sentem-se incomodados e pensam "não quero fazer, mas também não quero que ninguém faça". Ou talvez tenham tentado e recebido um improvável mas possível "não"!<br/><BR/><BR/>O show "Amigo é Casa" é na verdade uma grande celebração à música, ao prazer de cantar, à felicidade de duas amigas de dividirem o mesmo palco, imortalizando esse momento mágico e único.<br/><BR/><BR/><BR/><HR color=#c0c0c0 SIZE=1/><BR/><I/>Maria Elisa Amorim é professora de História tem 52 anos, ama escrever e atualmente trabalha como diretora e professora de teatro em Três Rios que tem o grupo amador mais antigo do Brasil e um belo teatro pra 320 pessoas.<br/><BR/><BR/>Você também pode enviar seu texto, crítica ou ensaio para o Território da Música. <B/>Acesse o </B/><A href="/canaldoleitor/"/><B/>Canal do Leitor</B/></A/>.</I/> <br/><br/><i>(Fonte: <a href="http://territorio.terra.com.br/canaldoleitor/?c=649" target="_blank">Território da Música</a>)</i></p>

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Maria Elisa Amorim
Redação TDM
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Lendo as críticas sobre “Amigo é Casa”, trabalho conjunto entre Zélia Duncan e Simone, fiquei tão abismada com a falácia, com a irresponsabilidade, com o tom agressivo de algumas delas que resolvi recorrer ao velho e bom dicionário atrás do significado de palavras como “crítico ou crítica” no intuito de tentar entender o que estava acontecendo ou mesmo se tais termos tinham tido seu significado mudado recentemente. Sei lá, no país do decreto lei tudo é possível.
Mas não, cheguei à conclusão de que tudo é questão de escolha e bom senso. Por exemplo, aprendi que crítica tanto pode ser a arte de julgar, apreciar de forma minuciosa e criteriosa uma obra, quanto censura e maledicência. Parei por aí, pois já havia entendido tudo. Para se julgar uma obra é preciso, analisá-la, acompanhá-la, senti-la a fundo. E como isso é um dom, dos bem raros eu diria, a preguiça mental e a maldade inatas, leva esses pseudo críticos ao caminho mais fácil. Como elas ousam ousar? Não vi e não gostei.
Só assim consegue-se uma tênue linha para entender o prazer quase sádico de depreciar o trabalho alheio sem conhecimento de causa. Tudo bem, antes que alguém ache que estou deixando meu lado de fã xiita falar mais alto, eu alivio um pouco, todos têm direito a opinião, este é o “ofício” deles. Melhorou? Pois então clamo pelo meu direito de resposta, quer dize que isso lhes dá o direito de serem grossos, desinformados, mal educados e tendenciosos?
Tenham a santa paciência! Pobre bando de brutamontes, insensíveis e na contramão do belo e simples. Devemos lembrar que esse trabalho faz parte de um projeto o Tom Brasil. E daí se Zelia tem uma alma e um coração enormes, que a leva a unir-se a parceiros e produzirem trabalhos conjuntos pelo simples prazer de estarem juntos? Se fugiu da cartilha traçada pela mídia e tem prazer em atirar-se em novas aventuras. E sempre se da bem. Ah sim, esse é o problema. Certos segmentos preguiçosos e donos da fórmula do sucesso fácil, sentem-se incomodados e pensam “não quero fazer, mas também não quero que ninguém faça”. Ou talvez tenham tentado e recebido um improvável mas possível “não“!
O show “Amigo é Casa” é na verdade uma grande celebração à música, ao prazer de cantar, à felicidade de duas amigas de dividirem o mesmo palco, imortalizando esse momento mágico e único.
Maria Elisa Amorim é professora de História tem 52 anos, ama escrever e atualmente trabalha como diretora e professora de teatro em Três Rios que tem o grupo amador mais antigo do Brasil e um belo teatro pra 320 pessoas.
Você também pode enviar seu texto, crítica ou ensaio para o Território da Música. Acesse o Canal do Leitor.