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<p><b>Happy, Happy Helloween</b><br/>O novo álbum, "Gambling With The Devil" pra mim é um dos melhores lançamentos do ano e do Helloween na 'era Andi Deris'. O disco começa com "Crack The Riddle", é uma introdução meio sem sal, nada demais, só pra constar mesmo.<br/><BR/><BR/>"Kill It" é de fato a primeira do disco: foi a escolha perfeita, acho que o grande destaque pra esse som é o vocal do Deris, está cantando com raiva e agressividade. As linhas de guitarra merecem ser comentadas também, ótimo trabalho de Michael Weikath e Sascha Gerstner, tem solos eficientíssimos explorando bem vibratos / arpejos / bends.<br/><BR/><BR/>"The Saints" é a próxima e essa música poderia estar em qualquer outro disco do Helloween, segue aquele mesmo padrão de composição, refrão pra todo mundo cantar junto de mãos dadas, composição bem melodiosa / pesada. Foi composta pelo Weikath e tem a mesma estrutura de outros sons feitos por ele (não que isso seja ruim, de jeito nenhum, mas segue o padrão dele de composição).<br/><BR/><BR/>A quarta música "As Long as I Fall", é o primeiro 'single' e videoclipe do disco, é o tipo de música que você, caro leitor, pode colocar no som do carro e ir escutando no caminho do trabalho, pode acreditar! Ainda digo mais, no segundo sinal que você parar, tenho certeza que já vai estar cantando o refrão. Ah ainda vai aumentar mais o som na hora do solo, sem dúvida. <br/><BR/><BR/>"Paint a New World" tem um ritmo bem acelerado, com belos solos, ótima parceria de Weikath / Gerstner, muitos criticam esse atual time de guitarra da banda, não vejo problema algum, muito pelo contrário, curto muito a sonoridade e a pegada do Sascha.<br/><BR/><BR/>"Final Fortune" tem algumas influências de hard rock, e até mesmo de AOR, é uma música bem acessível, pode agradar a todos, bem bonitinha mesmo. O clima pesado e sinistro volta com a ótima "The Beels of the Seven Hell", tem mais uma vez bons vocais do tio Deris, hora bem melodioso ora bem rasgado, a música tem muito poder e pode com certeza figurar no 'set list' da nova turnê, (de fato estava no show realizado no dia 17/04 C. Hall/RJ).<br/><BR/><BR/>O disco segue com a calma "Fallen to Pieces" e "I.M.E". " Can do It" é a mais alegre do álbum, "Dreambound" dá mais um toque misterioso no disco, encerrando com "Heaven Tell no Lies".<br/><BR/><BR/><BR/><BR/><HR color=#c0c0c0 SIZE=1/><BR/><i/>Marcelo é formado em Administração de Empresas com Pós em comunicação. É guitarrista nas horas vagas e um eterno adorador de boa música.</i/> <br/><br/><i>(Fonte: <a href="http://territorio.terra.com.br/canaldoleitor/?c=629" target="_blank">Território da Música</a>)</i></p>

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Marcelo F. R. Prudente
Redação TDM
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O novo álbum, “Gambling With The Devil” pra mim é um dos melhores lançamentos do ano e do Helloween na ‘era Andi Deris’. O disco começa com “Crack The Riddle”, é uma introdução meio sem sal, nada demais, só pra constar mesmo.
“Kill It” é de fato a primeira do disco: foi a escolha perfeita, acho que o grande destaque pra esse som é o vocal do Deris, está cantando com raiva e agressividade. As linhas de guitarra merecem ser comentadas também, ótimo trabalho de Michael Weikath e Sascha Gerstner, tem solos eficientíssimos explorando bem vibratos / arpejos / bends.
“The Saints” é a próxima e essa música poderia estar em qualquer outro disco do Helloween, segue aquele mesmo padrão de composição, refrão pra todo mundo cantar junto de mãos dadas, composição bem melodiosa / pesada. Foi composta pelo Weikath e tem a mesma estrutura de outros sons feitos por ele (não que isso seja ruim, de jeito nenhum, mas segue o padrão dele de composição).
A quarta música “As Long as I Fall”, é o primeiro ‘single’ e videoclipe do disco, é o tipo de música que você, caro leitor, pode colocar no som do carro e ir escutando no caminho do trabalho, pode acreditar! Ainda digo mais, no segundo sinal que você parar, tenho certeza que já vai estar cantando o refrão. Ah ainda vai aumentar mais o som na hora do solo, sem dúvida.
“Paint a New World” tem um ritmo bem acelerado, com belos solos, ótima parceria de Weikath / Gerstner, muitos criticam esse atual time de guitarra da banda, não vejo problema algum, muito pelo contrário, curto muito a sonoridade e a pegada do Sascha.
“Final Fortune” tem algumas influências de hard rock, e até mesmo de AOR, é uma música bem acessível, pode agradar a todos, bem bonitinha mesmo. O clima pesado e sinistro volta com a ótima “The Beels of the Seven Hell”, tem mais uma vez bons vocais do tio Deris, hora bem melodioso ora bem rasgado, a música tem muito poder e pode com certeza figurar no ‘set list’ da nova turnê, (de fato estava no show realizado no dia 17/04 C. Hall/RJ).
O disco segue com a calma “Fallen to Pieces“ e “I.M.E”. “ Can do It” é a mais alegre do álbum, “Dreambound” dá mais um toque misterioso no disco, encerrando com “Heaven Tell no Lies”.
Marcelo é formado em Administração de Empresas com Pós em comunicação. É guitarrista nas horas vagas e um eterno adorador de boa música.