quarta-feira, 25 de novembro de 2009
sobre o Território da Música
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Exibindo posts publicados com a tag “indústria fonográfica”.
Quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Nessa quinta-feira, 19, um grupo de artistas e parlamentares se reuniram com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para discutir a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que reduz impostos para CDs e DVDs.

Entre os artistas, Fagner e Sandra de Sá estiveram no encontro, ao lado do deputado Otavio Leite (PSDB-RJ), autor da proposta que ficou conhecida como PEC da música. os artistas e parlamentares esperam apoio do ministro para encontrar uma solução para a proposta.

Com a desoneração, os produtos poderão chegar ao consumidor até 35% mais baratos. Mas a idéia não se limita a isentar os suportes físicos da música de alguns impostos. A redução de taxas caberia também para downloads e para o mercado da telefonia móvel.
Postado por Redação às 15h20
 
Sexta-feira, 6 de novembro de 2009
O curitibano Alvir Reichert Júnior foi absolvido na semana passada da acusação de vender músicas pela internet sem pagar direitos autorais. Reichert era uma dos administradores do site MP3 Forever que promovia trocas de CDs gravados por seus usuários.

Depois de ser preso em agosto de 2003, Reichert pagou uma fiança e aguardava o julgamento do caso, uma ação movida pela APDIF (Associação Protetora dos Direitos Fonográficos) - que atualmente faz parte da APCM (Associação Antipirataria de Cinema e Música).

A absolvição foi dada pela juíza Elizabeth Nogueira Calmon de Passos que extinguiu o processo por pressão do Conselho Nacional de Justiça. Os processos antigos devem ser resolvidos com urgência e em alguns casos, como esse, isso significa o encerramento da punibilidade.

Alvir Reichert Júnior foi o primeiro brasileiro a ser preso por troca ilegal de mp3, depois de uma mudança na lei 10.695, sancionada em julho de 2003.
Postado por Redação às 16h52
 
Quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Reprodução
Beatles: digital e ilegal
A gravadora entrou com um processo na corte de Los Angeles (EUA) contra a loja virtual norte-americana BlueBeat.com por violação de direitos autorais - a loja colocou à venda todo o catálogo dos Beatles a US$ 0,25 por canção.

Quando a loja anunciou a venda em formato digital do catálogo do grupo, surpreendeu muita gente, já que é famosa a recusa dos remanescentes da banda e dos detentores dos direitos em liberar a venda digital das canções. Nem mesmo a grande iTunes, da Apple, conseguiu um acordo para comercializar as canções dos Beatles nesse formato.

A BlueBeat.com está ignorando o processo e por enquanto continua a comercializar as músicas em seu site como mostra a imagem. (Clique na imagem para ampliar).

Vale lembrar que a Apple Corp. e a EMI anunciaram o lançamento para o dia 07 de dezembro de todo o catálogo dos Beatles em formato digital, num pendrive exclusivo, formato de uma maçã, por US$ 279,99.
Postado por Lizandra Pronin às 09h43
Artistas relacionados: The Beatles
 
Quarta-feira, 4 de novembro de 2009
A EMI lança um serviço que permite ao fã levar para casa o show que assistiu. Trata-se do Abbey Road Live, um serviço que oferece a gravação de shows em diversos formatos com alta qualidade.

Não é uma competição com os vídeos que pipocam no YouTube e similares assim que um show termina, mas aproveita o interesse do fã em guardar as imagens que acabou de ver ao vivo.

Os vídeos serão produzidos no Abbey Road Studios, em Londres, por uma equipe de profissionais com larga experiência na gravação de eventos musicais ao vivo. O fã poderá adquirir o material em CD, DVD, pendrive ou digitalmente no seu computador ou celular (stream ou download).

A idéia é parecida com o Live Here Now que a Mute Records lançou em 2004 para gerar vídeos oficiais de shows. O novo serviço é uma espécie de extensão. Recentemente, a EMI teve um bom retorno com a experiência feita na venda de um show do Blur, que ocorreu em julho deste ano no Hyde Park (Londres, Inglaterra). De acordo com dados da gravadora, 10% das pessoas que foram ao show compraram o vídeo oficial da apresentação através do site da banda.

O Abbey Road Live chega esta semana aos EUA e Europa. Não há previsão de lançamento para a América Latina e Brasil.
Postado por Lizandra Pronin às 11h08
 
Terça-feira, 13 de outubro de 2009
Reprodução
É o que parecem indicar os números da DigiRights Solutions, empresa alemã que trabalha no combate à pirataria na internet. Assim como outras empresas que surgiram nos últimos anos, a DigiRights Solutions foca seus esforços em localizar usuários que cometem infrações - download de arquivos protegidos por direitos - e entra com processos judiciais contra eles.

Além do fato de que um processo judicial, se ganho, pode render muito mais do que a venda de canções, a empresa se vale de outro dispositivo, simples e sem custos. A DigiRights Solutions manda e-mails a usuários ameaçando com processos e cobrando uma taxa de indenização. Essa taxa, que pode chegar a 500 euros por arquivo, fica praticamente toda na conta da empresa anti-pirataria: algo em torno de 20% vai para a editora, gravadora ou selo detentor dos direitos.

Segundo a empresa, cerca de 25% dos notificados pagam a taxa sem contestar e antes de qualquer processo judicial ser iniciado. Para quem acha que a taxa é baixa, vale lembrar que isso representa um valor muito maior do que o lucro com a venda das faixas em qualquer site de música digital.

O detentor dos direitos de uma música costuma ficar com 60% de uma venda digital. Se uma faixa custa 1 euro, isso significa que cerca de 0,6 vão para o detentor. Mas se o usuário infrator baixar essa mesma faixa e pagar a indenização de 500 euros, o detentor fica com 100 euros. Um grande negócio para a indústria do entretenimento.
Postado por Redação às 16h49
 
Quarta-feira, 7 de outubro de 2009
A Buma/Stemra, uma associação representante de artistas holandeses, propôs uma nova forma de cobrar direitos do autor na execução digital de canções via internet.

A associação propõe que se cobre uma taxa de blogs e sites holandeses que utilizarem aplicativos que reproduzem músicas protegidas, como os widgets do YouTube que permitem inserir na página um vídeo postado no site - através dos códigos embed que se cola nos blogs para publicar um vídeo.

A idéia é que o site ou blog que quiser reproduzir conteúdos do YouTube, por exemplo, pague uma taxa anual de 130,00 euros se quiser publicar até seis vídeos/áudios protegidos por direitos. Para 12 arquivos o valor fica em 260,00 euros e chega a 650,00 euros para 30 vídeos/áudios republicados.

Para isso, a Buma/Stemra terá de desenvolver uma ferramenta que identifique os conteúdos protegidos publicados em blogs e sites - ou encomendar uma solução para tal. Além disso, será preciso fiscalizar esses blogs e sites. A associação representa cerca de 19 mil artistas através de diversos selos.
Postado por Redação às 15h49
 
Terça-feira, 29 de setembro de 2009
Reoprodução
Logo da Tratore
A IODA - Independent Online Distribution Alliance - é um dos maiores distribuidores mundiais de música e filmes do segmento independente. A empresa fechou um acordo com a Tratore para trazer ao Brasil seu catálogo.

O acordo entre as empresas prevê a distribuição digital dos títulos da IODA na rede da Tratore e em seus pontos de venda. A Tratore já é responsável pela distribuição de 1400 títulos de música brasileira de variados estilos, o que inclui obras de artistas como Elza Soares, Pato Fu e Tom Zé. Vale lembrar que esses títulos já são distribuídos pela IODA fora do país.

Composto de cerca de 2 milhões de faixas de música e mais de 2000 filmes e vídeos independentes, o catálogo da IODA possui gravadoras de música erudita, como a Harmonia Mundi, Naxos, LSO e BIS, e alguns dos principais selos alternativos do mundo (Naive, Arts and Crafts, Luaka Bop, Six Degrees, Cooking Vinyl). A empresa trabalha com selos de 50 países.

"Além do alcance da distribuição do IODA e a transparência com que a empresa trabalha, um fator importante é saber que eles têm o mesmo objetivo que a gente: levar a música independente ao maior número possível de pessoas”, diz Mauricio Bussab, sócio da Tratore.
Postado por Redação às 11h58
 
Quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Reprodução
Na noite da última terça-feira, dia 25, o site Pirate Bay voltou a provocar a indústria do entretenimento, em especial as gravadoras. Apenas alguns dias depois de a página ter sido retirada do ar pela justiça da Suécia, o Pirate Bay voltou ao ar e à velha forma.

E o Pirate Bay não pegou leve. Voltou a indexar os torrents e publicou a imagem de uma camiseta (clique na imagem para ampliá-la) alfinetando aqueles que o processaram. A camiseta traz a frase:

Gastei meses e milhões de dólares para fechar o Pirate Bay e tudo que vou ganhar é essa bonita camiseta!



No blog do Pirate Bay há um comunicado de que a camiseta está em produção e será enviada ao "front inimigo". Há também um texto em que a equipe do site parodia um discurso de Winston Churchill, enaltecendo a bravura daqueles que lutam pela liberdade na rede e declarando guerra aos "tiranos detentores dos direitos autorais".

Em abril deste ano, os fundadores do site, Fredrik Neij, Gottfrid Svartholm Warg, Peter Sunde e Carl Lundström, foram condenados a um ano de prisão e pagamento de multa por facilitar troca de arquivos protegidos por direitos autorais. Os responsáveis pelo Pirate Bay anunciaram a venda do site para uma empresa, a Global Gaming Factory, que se propôs a transformá-lo em um serviço legal.
Postado por Redação às 11h53
 
Quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Reprodução
A Warner Music Group divulgou na semana passada um balanço do último trimestre, período que terminou em 30 de junho. O resultado não é muito animador.

Apesar do relatório indicar um aumento de 5,4 nas receitas digitais em relação ao mesmo período no ano passado, os valores não compensam a queda na receita geral, que ficou em torno de 9%.

O presidente da empresa, Edgar Bronfman Jr., acredita que apesar da crise financeira mundial e da fase de transição que vive a indústria fonográfica, a Warner segue o caminho certo.
Postado por Redação às 12h32
 
Terça-feira, 11 de agosto de 2009
Reprodução
Cory Ondrejka
Cory Ondrejka, vice-presidente executivo de marketing digital da EMI pediu demissão na última sexta-feira, dia 07. Ondrejka ficou conhecido por ser co-fundador do Second Life, um mundo virtual que virou uma febre (que, aliás, já passou). O anúncio foi feito via Twitter.

A idéia da EMI quando contratou Ondrejka no ano passado era dar forma às estratégias de marketing e aumentar as vendas utilizando os novos recursos tecnológicos e a web 2.0. O executivo ficou pouco mais de um ano na empresa.
Postado por Redação às 15h00
 
 
 
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